Últimas Notícias da TelexFree, Sexta – 06/09/2013

Edital de Ação Civil Pública contra a Telexfree é aberto no Acre

 Últimas Notícias da TelexFree, Sexta   06/09/2013

Interessados em participar devem comparecer à 2ª Vara Cível da capital.
‘Os réus já apresentaram defesa’, diz juíza.

A 2ª Vara Cível da Comarca de Rio Branco publicou o edital sobre a Ação Civil Pública (ACP) que está tramitando contra a empresa Telexfree e seus sócios. O documento foi publicado na última segunda-feira (2) no Diário da Justiça.

Segundo a juíza Thaís Khalil, o edital tem a finalidade de informar os consumidores para que possam se habilitar. “Em ação civil pública quando o juiz recebe a ação tem que fazer publicar esse edital para que as pessoas tenham conhecimento que está tramitando a ação e onde está tramitando”, explica.

A ACP foi proposta pelo Ministério Público do Acre (MP-AC) em julho de 2013. A Telexfree é investigada por suposto esquema de pirâmide financeira.

A juíza conta que o edital é uma formalidade para que nenhuma das partes possa alegar desconhecimento. “Todos os réus já apresentaram defesa e ela atualmente está com vista ao Ministério Público. Em seguida, vou avaliar se é o caso de produzir provas, se for, vamos produzí-las, se não for, já posso sentenciar o processo”, conclui.

De acordo com a assessoria do Tribunal de Justiça do Acre (TJ-AC), o edital tem validade de 20 dias, a partir da data de publicação, e os interessados em participar devem comparecer à 2ª Vara Cível, localizada na Rua Benjamin Constant, nº 1165 no centro de Rio Branco ou entrar em contato através do e-mail [email protected] ou do telefone (68) 3211-5471.

Entenda o caso
No dia 18 de junho, a juíza Thaís Borges, da 2ª Vara Cível da Comarca de Rio Branco, julgou favorável a medida proposta pelo MP-AC para suspender as atividades da Telexfree.

Com a decisão da juíza, foram suspensos os pagamentos e a adesão de novos contratos à empresa de marketing multinível Telexfree até o julgamento final da ação principal, sob pena de multa diária de R$ 500 mil em caso de descumprimento e de R$ 100 mil por cada novo cadastramento. A magistrada afirma que a decisão não configura o fim da empresa, apenas suspende suas atividades durante o processo investigativo.

No dia 28 de agosto o Superior Tribunal de Justiçax (STJ) julgou e extinguiu a ação cautelar que a empresa Ympactus Comercial LTDA havia protocolado. A decisão foi emitida pela ministra Maria Isabel Gallotti e divulgada no site do tribunal superior.

Fonte>

Últimas Notícias da TelexFree, Quinta – 05/09/2013

Ministro arquiva ação que pedia desbloqueio de bens da Telexfree
Fonte: Assessoria

  Últimas Notícias da TelexFree, Quinta   05/09/2013

O ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou o arquivamento da Ação Cautelar (AC) 3438, com pedido de liminar, ajuizada pela Ympactus Comercial S.A., que usa o nome de fantasia Telexfree INC, com o objetivo de suspender bloqueio de bens da empresa decretado pela justiça do Acre. Segundo a decisão do ministro, publicada no Diário da Justiça do STF do dia 30 de agosto, a cautelar é inadmissível, pois a jurisprudência do STF não admite medida liminar “para conferir efeito suspensivo a recurso extraordinário que não passou pelo crivo de admissibilidade pelo tribunal prolator do acórdão recorrido”.

De acordo com os autos, o Ministério Público estadual ajuizou ação cautelar preparatória de ação civil pública sob o argumento principal de que a empresa promoveria a chamada “pirâmide financeira”, disfarçada de venda direta de serviço de telecomunicação com tecnologia VOIP, por meio de marketing multinível. A empresa alega que sua atividade econômica principal é “intermediação e agenciamento de serviços e negócios em geral, exceto imobiliários” e a atividade secundária são “portarias, provedores de conteúdo e outros serviços de informação na internet”.

Decisão judicial de primeira instância garantiu o funcionamento da empresa, indeferindo pedido de intervenção judicial. Mas determinou, contudo, o bloqueio de todos os bens da pessoa jurídica e de seus sócios. Para impugnar essa restrição, a empresa interpôs agravo de instrumento com pedido de efeito suspensivo, negado pelo Tribunal de Justiça do Acre (TJ-AC) em liminar e no mérito.

Ao determinar o arquivamento da ação cautelar, o ministro Barroso citou súmulas do STF, que estabelecem não ser competência da Corte conceder medida cautelar para dar efeito suspensivo a recurso extraordinário que ainda não foi objeto de juízo de admissibilidade na origem (Súmula 634/STF), e que cabe ao presidente do tribunal de origem decidir o pedido de medida cautelar em recurso extraordinário ainda pendente do seu juízo de admissibilidade (Súmula 635/STF). Inclui, também, precedentes do STF que entendem como inadmissível recurso extraordinário contra acórdãos que concedem ou denegam medidas cautelares, uma vez que tais decisões “não perfazem o necessário juízo de jurisdicional definitivo acerca da questão constitucional controvertida”.

Segundo o ministro, a pretensão da empresa para que a demanda seja apreciada pelo STF independentemente da realização do juízo de admissibilidade pelo tribunal de origem, sob o argumento de que “jamais obteria êxito” e “deixaria a requerente refém dos caprichos do tribunal”, além de não encontrar respaldo na jurisprudência “apenas evidencia a inadmissível pretensão da autora de obter desta Suprema Corte – prematuramente e com supressão de todas as demais instâncias – manifestação conclusiva e definitiva sobre questão em relação à qual nem sequer houve pronunciamento de mérito por parte do primeiro grau de jurisdição”.

Fonte: Só Notícias

Últimas Notícias da Telexfree, Quarta 04/09/2013

Diretor da TelexFree diz ser contra cadastro internacional feito no país. Divulgadores estão impacientes

Plant%C3%A3o Telexfree Últimas Notícias da Telexfree, Quarta 04/09/2013Por André Clemente

A situação da TelexFree (Ympactus comercial Ltda) parece não ser uma novela com final feliz. Ontem, a empresa apresentou na página oficial do Facebook mais um Plantão Telexfree. Nele, o diretor Carlos Costa afirmou não concordar com qualquer cadastro internacional por parte dos divulgadores brasileiros.

“Estamos esperando a justiça brasileira liberar nossas atividades para que possamos voltar a trabalhar”, repetiu Costa. A “conversa” não agradou muito os divulgadores/seguidores, principalmente depois de um recente desgaste com mais uma negativa judicial para que as empresa retome as atividades.

No próprio post do plantão e em outras postagens da página, os depoimentos de inquietação e revolta se mostraram recorrentes. A vítima dos ataques, agora, é a própria TelexFree, além da Justiça. Confira alguns depoimentos nada carinhosos de alguns divulgadores:

“Só embromechion…..”

“e o processo CARLOS COSTAS????? nao desconversa….chega de enrolar”

“ESTAMOS PERTO DA VITORIA. Estamos ouvindo isso há 3 meses… até quando?”

“E mais uma vez nada, nada, nada. Se for para dizer nada, não diga nada, pois já estamos cansados de nada”

“Já é um péssimo sinal. Já começa com pedido negado pelo STF”

“A Telexfree não volta, sinto muito. Não quero ser pessimista, sou divulgador e queria muito que ela voltasse, mas ela não vai voltar. Perdi a esperança”

“Cadê a Telexfree? Nâo estavam achando que ia ser essa semana? Cadê?”

“Ficar esperando a volta da Telexfree nessa altura do campeonato é o mesmo que insistir em querer ficar enxugando gelo. Podem ter certeza!”

“Carlos Costa, pelo menos devolva o que investi. Que tremenda sacanagem…preciso do meu dinheiro e ja se foram três meses…pow ninguem toma uma providência??”

“Vamos mover ações contra essa empresa e pegar nosso dinehiro de volta. Afinal, fomos enganados por divulgadores que sé pensaram neles. Hoje, estão ricos. E nós?”

“Não dá pra ficar confiante. Confiar em que? O barco já afundou faz tempo”

“Tá f…. ver toda semana falando que a vitória está perto. Tá bem perto de que ano? 2020?”

“Tudo isso é uma jogada da Telexfree. Eles sabiam que um dia isso iria acontecer. Por isso, foi bem feito pra todos nós. Vivendo e aprendendo”

“Gooooooooooooool da Telex freeee…mas o juiz anulouuu!”

“Está parecendo que é brincadeira. Será que uma banca de advogados experientes não sabem qual o instrumento que vão usar pra definir essa situação? É brincadeira, nós estamos agonizando!”

Fonte: Blog de Economia

Últimas Notícias da Telexfree, Terça – 03/09/2013

Ministério Público diz que Telexfree e BBom tinham operações interligadas

 Últimas Notícias da Telexfree, Terça   03/09/2013

por
Vitor Sorano – iG São Paulo
Publicada em 02/09/2013 17:10:57
 

Investigado por suspeita de ter criado uma pirâmide financeira, o dono da BBom, João Francisco de Paulo, recebeu em suas contas R$ 11 milhões. Em apenas dois meses (maio e junho), investiu R$ 4 milhões em fundos de previdência privada. O empresário também tinha em seu nome quatro dos 49 carros de luxo apreendidos no mês passado . As informações são do Ministério Público Federal em São Paulo (MPF-SP).

O órgão também informou ter encontrado transações financeiras entre a BBom e a Telexfree, outra acusada de ser um esquema de pirâmide, como havia apontado em julho o Ministério Público Federal em Goiás (MPF-GO). 

“O esquema BBom seria o sucessor do Telexfree, conforme demonstram transações financeiras realizadas entre as duas empresas e entre pessoas em comum”, informou nota divulgada nesta segunda-feira (2/9). 

Procurado, o dono da BBom negou irregularidades e relações com a Telexfree.

“Minhas contas não recebem créditos desde 10/7/2013. Os valores recebidos anteriormente fazem parte de recebimento de lucratividade na franqueadora [ do grupo Embrasystem ] e lucratividade na própria BBom”, disse João Francisco de Paulo à reportagem. “É dinheiro legal, contabilizado e declarado.”

Os representantes da Telexfree não comentaram imediatamente a informação.

Bloqueios

A BBom foi lançada em fevereiro como o braço de marketing multinível do grupo Embrasystem, que atua no ramo de rastreadores. Até julho, quando as atividades do grupo foram bloqueadas por decisão judicial , o negócio atraiu cerca de 216 mil associados, que pagaram taxas de adesão de R$ 600 a R$ 3 mil com a promessa de altos lucros na revenda do serviço.

Para procuradores da República em São Paulo e em Goiás, o negócio de rastreadores é um disfarce para uma pirâmide financeira sustentada pelas taxas de adesão. Segundo o Ministério Público Federal em Goiás (MPF-GO), a Embrasystem vendeu 1,5 milhão de assinaturas de serviço de rastreamento – o que exigiria 1,5 milhão de rastreadores – mas adquiriu apenas 69 mil equipamentos de seu principal fornecedor.

Em julho, a pedido do MPF-GO, a  juiza substituta da 4ª Vara Federal em Goiás, Luciana Gheller,determinou o bloqueio de R$ 300 milhões das contas do grupo Embrasystem e de seus responsáveis – João Francisco de Paulo entre eles – bem como da transferência de quase uma centena de veículos.  

No dia 16 de agosto, o juiz Marcelo Costenaro Cavali, da 6.ª Vara Criminal Federal de São Paulo, determinou o sequestro de 49 dos carros – a decisão anterior só impedia a transferência e, por isso, permitia que eles ficassem à disposição dos proprietários. Dentre os veículos apreendidos estão 18 Mercedes Benz, quarto Lamborghinis, três Ferraris, uma Maserati e um Rolls Royce Ghost.

Cavali também ampliou o volume de recursos congelados de R$ 300 milhões para R$ 479 milhões para cada um dos três sócios da Embrasystem – ou seja, R$ 1,4 bilhão. Isso não significa, porém, que todo esse valor já tenha sido encontrado nas contas dos investigados ou mesmo da empresa.

Relação com a Telexfree 

A hipótese de que a Telexfree e a BBom possam ter relações já havia sido levantada por Helio Telho, procurador da República em Goiás, em julho. Segundo o procurador, foram identificados “negócios em comum” entre as empresas, mas não uma “conexão”.

“Não identificamos conexão entre as empresas. A Telexfree e a BBom tiveram alguns negócios, uma mandou dinheiro para a outra. Mas, que tipo de ligação, por que [ se ] mandou dinheiro, se tem uma ligação mais forte, se é ocasional [ ainda é preciso investigar ]“, disse Telho ao iG , em julho.

Procurado nesta segunda-feira (2), o procurador não estava imediatamente disponível para comentar.

Foco nos revendedores 

O MPF-SP não esclareceu o valor das transações entre Telexfree e BBom, nem quais são as pessoas em comum entre as empresas. O dado, porém, indica que os procuradores também podem estar atentos às pessoas que atraíram revendedores para ambos os negócios. 

O papel desses recrutadores já é alvo de investigações no caso Telexfree. O Ministério Público do Acre (MP-AC), que pediu o bloqueio das atividades da empresa em junho, tem instaurado um inquérito criminal em que ao menos cinco grandes divulgadores – comumente chamados de ?team builders  ?– foram ouvidos. 

A força tarefa que investiga 31 empresas suspeitas de serem pirâmdes financeiras também analisa a possibilidade de mover ações civis e criminais contra os grandes recrutadores . Entre os possíveis crimes cometidos estão estelionato e lavagem de dinheiro.

Fonte: Tribuna da Bahia

Últimas Notícias da TelexFree, Segunda – 02/09/2013

Cautelar da Telexfree é extinta por ser pequena a chance de admissão do recurso especial

 Últimas Notícias da TelexFree, Segunda   02/09/2013

A ministra Isabel Gallotti, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), extinguiu medida cautelar movida pela Ympactus Comercial Ltda. ME, representante da Telexfree, e manteve suspensas as atividades da empresa. Seus ativos financeiros também seguem bloqueados.

A suspensão foi determinada em liminar no âmbito de ação promovida pelo Ministério Público do Acre (MPAC). A empresa recorreu da suspensão ao Tribunal de Justiça do Acre (TJAC), que negou o agravo de instrumento.

Dessa decisão, a empresa interpôs recurso especial, cuja admissibilidade ainda não foi examinada pelo TJAC. Compete ao tribunal local verificar se os requisitos formais do recurso especial estão atendidos, decidindo se remete o exame de mérito ou não ao STJ. Era a esse recurso que a cautelar buscava conceder efeito suspensivo. Se atendida, a empresa conseguiria retomar suas atividades.

Admissão improvável

Porém, conforme a relatora, para que o efeito suspensivo a recurso especial ainda não admitido seja concedido pelo STJ, é preciso que se verifique a forte probabilidade desse recurso ser viável e defender uma tese jurídica plausível. Para a ministra, não é o que ocorre no caso.

Segundo a decisão da ministra, em regra não cabe recurso especial contra decisão que concede liminar ou antecipa tutela. O exame dos pressupostos necessários para esse tipo de decisão é vedado aos tribunais superiores, conforme a Súmula 735 do Supremo Tribunal Federal (STF).

Além disso, para a ministra, a análise de uma das principais alegações da empresa, a pretensão de diferenciar suas atividades do enquadramento de pirâmide financeira, demandaria o revolvimento de fatos e provas. A Súmula 7 do STJ impede esse tipo de exame em recurso especial.

A relatora também anotou que, salvo em situações excepcionais, de gravíssimo risco de dano irreversível, compete ao tribunal local o exame de medida cautelar que busca conceder efeito suspensivo a decisão impugnada por recurso especial ainda não admitido.

Alegações

Na cautelar, a empresa sustentava estar sendo tratada de forma diferenciada, sem que existisse fundamento para tanto. A suspensão de suas atividades se basearia em meras alegações de atividade ilícita, estando ausente o devido processo legal que justificasse a “decisão avassaladora”.

Para a Ympactus, o MPAC também não teria legitimidade para atuar no caso. Segundo alega a empresa, suas atividades não envolvem direitos difusos ou coletivos, nem relação de consumo. Caso se entendesse tratar de defesa de direitos individuais homogêneos, seria indispensável a publicação de edital comunicando aos interessados o ajuizamento da ação coletiva. A falta desses requisitos tornaria nula a decisão.

Ainda conforme a empresa, a intervenção do STJ seria necessária e urgente, em razão da teratologia e ilegalidade da decisão do Judiciário acreano e da possibilidade de quebra da empresa devido à suspensão de suas atividades e bloqueio de valores.

Fonte: STJ/ Já é Notícia

Últimas Notícias da TelexFree, Sábado – 31/08/2013

Investidores da Telexfree discutem alternativas para resgatar dinheiro

 Últimas Notícias da TelexFree, Sábado   31/08/2013

Atividades estão suspensas por indícios de pirâmide financeira.
Sistema é proibido no Brasil, de acordo com Ministério Público.

O empresário de Ji-Paraná, Célio José Tavares, de 46 anos, há seis meses investiu cerca de R$ 180 mil na empresa Telexfree. Quatro meses após o investimento a Justiça determinou o bloqueio dos acessos ao escritório virtual e os pagamentos dos investidores, sob a suspeita de atuação na forma do sistema pirâmide financeira, ilegal no Brasil. Por isso, a fim de dar continuidade na atividade, Célio afirma que investirá fora do país, onde a empresa, segundo ele, atua sem problemas.

Proprietário de uma vidraçaria, o empresário acredita que o risco do investimento feito na Telexfree é menor do que no próprio negócio. Para ele o retorno era garantido, devido ao trabalho de divulgação e cadastramento de novos investidores, mas que se sente prejudicado pela decisão judicial. “Quando fiz o investimento, eu sabia que se eu não trabalhasse, eu não ganharia nada. Minha renda no primeiro mês foi de R$ 20 mil entre postagens e cadastros, eu fiz compromissos confiando nisso. E aqueles que investiram e viviam da Telexfree hoje estão ai passando dificuldades, pois muitos compraram casas, carros e também fizeram compromissos. “E a juíza deixou de receber seu salário? Não”, indaga Célio.

Por outro lado, Adriano da Silva, de 28 anos, conta que investiu R$ 3 mil, também teve o dinheiro retido e se arrepende do negócio. “Mas acredito que um dia eu terei esse dinheiro de volta, é só ter paciência”, desabafa Adriano.

Suspensão
Em Porto Velho, de acordo com o Ministério Público Federal (MPF), denúncias anônimas ao órgão deram conta de que divulgadores das empresas Telexfree e BBom estariam contrariando as decisões judiciais, que valem para todo o país, dando continuidade à publicidade do negócio e captação de novos investidores. Diante disto, um inquérito civil público será instaurado pelos Ministérios Público Federal e Estadual para apurar estas denúncias. Ambas as empresas tiveram bens bloqueados e as atividades suspensas por suspeita de atuação da forma do sistema pirâmide financeira, ilegal no Brasil.

Fonte: G1

Últimas Notícias da Telexfree, Sexta – 30/08/2013

Medida cautelar movida pela Telexfree é extinta

 Últimas Notícias da Telexfree, Sexta   30/08/2013

A ministra Isabel Gallotti, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), extinguiu medida cautelar movida pela Ympactus Comercial Ltda. ME, representante da Telexfree, e manteve suspensas as atividades da empresa. Seus ativos financeiros também seguem bloqueados.

A suspensão foi determinada em liminar no âmbito de ação promovida pelo Ministério Público do Acre (MPAC). A empresa recorreu da suspensão ao Tribunal de Justiça do Acre (TJAC), que negou o agravo de instrumento.

Dessa decisão, a empresa interpôs recurso especial, cuja admissibilidade ainda não foi examinada pelo TJAC. Compete ao tribunal local verificar se os requisitos formais do recurso especial estão atendidos, decidindo se remete o exame de mérito ou não ao STJ. Era a esse recurso que a cautelar buscava conceder efeito suspensivo. Se atendida, a empresa conseguiria retomar suas atividades.

Admissão improvável

Porém, conforme a relatora, para que o efeito suspensivo a recurso especial ainda não admitido seja concedido pelo STJ, é preciso que se verifique a forte probabilidade desse recurso ser viável e defender uma tese jurídica plausível. Para a ministra, não é o que ocorre no caso.

Segundo a decisão da ministra, em regra não cabe recurso especial contra decisão que concede liminar ou antecipa tutela. O exame dos pressupostos necessários para esse tipo de decisão é vedado aos tribunais superiores, conforme a Súmula 735 do Supremo Tribunal Federal (STF).

Além disso, para a ministra, a análise de uma das principais alegações da empresa, a pretensão de diferenciar suas atividades do enquadramento de pirâmide financeira, demandaria o revolvimento de fatos e provas. A Súmula 7 do STJ impede esse tipo de exame em recurso especial.

A relatora também anotou que, salvo em situações excepcionais, de gravíssimo risco de dano irreversível, compete ao tribunal local o exame de medida cautelar que busca conceder efeito suspensivo a decisão impugnada por recurso especial ainda não admitido.

Alegações

Na cautelar, a empresa sustentava estar sendo tratada de forma diferenciada, sem que existisse fundamento para tanto. A suspensão de suas atividades se basearia em meras alegações de atividade ilícita, estando ausente o devido processo legal que justificasse a “decisão avassaladora”.

Para a Ympactus, o MPAC também não teria legitimidade para atuar no caso. Segundo alega a empresa, suas atividades não envolvem direitos difusos ou coletivos, nem relação de consumo. Caso se entendesse tratar de defesa de direitos individuais homogêneos, seria indispensável a publicação de edital comunicando aos interessados o ajuizamento da ação coletiva. A falta desses requisitos tornaria nula a decisão.

Ainda conforme a empresa, a intervenção do STJ seria necessária e urgente, em razão da teratologia e ilegalidade da decisão do Judiciário acreano e da possibilidade de quebra da empresa devido à suspensão de suas atividades e bloqueio de valores.

Últimas Notícias da Telexfree, Quinta – 29/08/2013

STJ decide contra Telexfree e mantém atividades suspensas

 Últimas Notícias da Telexfree, Quinta   29/08/2013

O Superior Tribunal de Justiça (STJ) extinguiu nesta quarta-feira uma medida cautelar que possibilitaria a continuidade das atividades da Telexfree. As operações da empresa seguem suspensas e seus ativos financeiros bloqueados.

A Ympactus Comercial Ltda. ME, representante da Telexfree, alegava estar sendo tratada de forma diferenciada, sem que existisse fundamento para tanto. Segundo a empresa, a suspensão de suas atividades se basearia em meras alegações de atividade ilícita, estando ausente o devido processo legal que justificasse a “decisão avassaladora”.A Justiça do Acre impediu, em junho, a atividade da TelexFree sob pena de R$ 100 mil, alegando que a empresa praticava pirâmide financeira. A pirâmide financeira, que é uma prática criminosa, ocorre quando o organizador da empresa remunera seus antigos sócios com taxas de adesão cobradas dos novos e não com o lucro do empreendimento.Entenda
A Justiça do Acre impediu em junho a atividade da TelexFree sob pena de R$ 100 mil a título de multa por nova adesão por considerar que a empresa atuava com o intuito de formar uma pirâmide financeira.No início de julho, os advogados da empresa levaram o caso ao Superior Tribunal de Justiça (STJ) na tentativa de derrubar a liminar, mas o STJ decidiu que ainda falta esgotar a instância judicial local para que o STJ possa avaliar qualquer medida urgente relativa ao caso.A empresa alega que a atividade não é “pirâmide financeira”, mas sim marketing de rede, fato que o STJ não pode avaliar no processo porque envolve análise de circunstâncias factuais. De acordo com a medida cautelar pedida pela empresa, a TelexFree atua desde 2012 e tem alto grau de satisfação entre usuários e divulgadores. Para a empresa, a ação civil pública movida pelo Ministério Público do Acre seria com base em “ocorrências isoladas” registradas no Procon local. A medida cautelar impediria “grave dano”, como a quebra da empresa.Segundo o Ministério da Justiça, a empresa estaria ofendendo os princípios básicos do Código de Defesa do Consumidor, como o dever de transparência e boa-fé nas relações de consumo, além de veiculação de publicidade enganosa e abusiva. Caso seja confirmada a violação aos direitos e garantias previstos no Código de Defesa do Consumidor, a empresa poderá ser multada em cerca de R$ 6 milhões.

Fonte: Terra

Últimas Notícias da TelexFree, Quarta – 28/08/2013

Telexfree é coisa do capeta, diz Igreja Universal

edir macedo universal telexfree1 Últimas Notícias da TelexFree, Quarta   28/08/2013

Em nota oficial, devido ao grande número de fiéis que ainda continuam caindo no batido golpe das pirâmides, a Igreja Universal do Reino de Deus divulgou, nesta sexta-feira, um artigo sobre o assunto onde cita acusações e frisa bem a empresa Telexfree pela prática de “lavagem cerebral“. Também, em sua página oficial no facebook, Bispo Edir Macedo declara: “Fujam dessa vigarice: dinheiro fácil vem do inferno”. Vejam a matéria publicada a seguir.

Fujam dessa vigarice: dinheiro fácil vem do inferno

Universal não apoia participação de membros em negócios que gerem dúvida quanto à sua legalidade

A Universal vem, por meio desta, informar a todos os seus membros e simpatizantes que é totalmente contra, e em hipótese alguma orienta ou apoia, qualquer participação dos mesmos em negócios que gerem dúvidas quanto à sua legalidade e que sejam suspeitos de crimes, como a prática de pirâmides financeiras, como, por exemplo, a antiga Amway (acusada de formar pirâmide na década de 1990), TelexFree, entre outras.

Entenda o caso

Telexfree, assim como a Amway – que fez muito sucesso no Brasil e foi acusada também de promover “lavagem cerebral” -, entre outras empresas de atuação semelhante, é o nome fantasia de uma empresa norte-americana chamada Ympactus Comercial Ltda. ME. No Brasil, a sede está localizada no estado do Espírito Santo.

A empresa diz que trabalha como prestadora de serviços de telefonia VoIP, vendendo pacotes de contas a divulgadores pela internet. Esses divulgadores compram e revendem a outras pessoas, que também podem adicionar outros divulgadores no negócio.

Tendo em vista, porém, a desconfiança de pirâmide financeira – prática considerada criminosa no País – a empresa está sendo investigada por pelo menos sete estados: Bahia, Acre, Mato Grosso, Minas Gerais, Pernambuco, Santa Catarina e Espírito Santo. Neste último, há de uma a três ocorrências diárias na Delegacia de Repressão aos Crimes Eletrônicos (DRCE), em que divulgadores alegam o sumiço de créditos de suas contas, que são trocados por dinheiro

Já no Acre, a juíza Thaís Borges, da 2ª Vara Cível da Comarca de Rio Branco, julgou procedente uma ação do Ministério Público do estado suspendendo os pagamentos e a adesão de novos divulgadores. Além disso, o desembargador Samoel Evangelista manteve a liminar da 2ª Vara Cível da Comarca de Rio Branco, com a suspensão das atividades da empresa. Essa determinação vale para todo o País.

Em caso de descumprimento da ordem judicial, a multa diária é de R$ 500 mil.

Segundo a Revista Carta Capital, “nesta sexta-feira, 28, o Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor (DPDC), da Secretaria Nacional do Consumidor, ligada ao Ministério da Justiça, instaurou processo administrativo contra a empresa” porque “estaria ofendendo os princípios básicos do Código de Defesa do Consumidor, como o dever de transparência e boa-fé nas relações de consumo, além de veiculação de publicidade enganosa e abusiva”.

Sendo assim, os divulgadores que investiram no negócio não estão podendo receber seus pagamentos e podem sofrer com a perda de tudo o que investiram, já que os valores encontram-se bloqueados pela Justiça. Muitos estão temerosos em perder todo o dinheiro investido.

Fonte: http://www.arcauniversal.com/noticias/emfoco/noticias/fujam-dessa-vigarice-dinheiro-facil-vem-do-inferno-19518.html

Entenda a suposta fraude

O que é a Telexfree?

A empresa Ympactus Comercial Ltda. ME, conhecida pelo nome fantasia Telexfree, com sede no Brasil no Espírito Santo, diz atuar com prestação de serviços de telefonia VoIP (por meio da internet).

Divulgação do produto

Para tornar o serviço conhecido, a empresa vende pacotes a “divulgadores”, que compram e revendem contas e “recrutam” novos revendedores. A divulgação é feita principalmente pela internet.

Compra de direito

Para tornar-se um divulgador, o interessado precisa pagar uma taxa de adesão e comprar os pacotes de contas, que custam a partir de US$ 289. Ele convence outras pessoas a participarem, que também investem dinheiro, e proporcionam comissão a quem convidou.

‘Pirâmide Financeira’

Avaliações do MPF e do Ministério da fazenda apontam que a atividade comercial da empresa não é sustentável no longo prazo e evidencia prática conhecida como “pirâmide financeira”, o que é considerado crime contra a economia popular.

Investigações

O caso é investigado pelos MPs de ao menos 7 estados (Acre, Bahia, Espírito Santo, Mato Grosso, Minas Gerais, Pernambuco e Santa Catarina).

Fonte: Notícias Bizarras / Jornal Pequeno

Últimas notícias da TelexFree, Terça – 27/08/2013

Popó fará parte de frente parlamentar que defenderá empresas como Telexfree e BBom

TELEXFREE 1 Últimas notícias da TelexFree, Terça   27/08/2013

O deputado federal Acelino Popó Freitas (PRB) fará parte da frente parlamentar que será criada para apoiar as empresas de marketing multinível (MMN), baseado em revendedores autônomos, e criar um marco regulatório para o setor. Popó e a deputada Perpétua Almeida (PCdoB-AC) prometeram aos representantes da Telexfree, BBom e Multiclick se empenharem na causa.

“A minha ideia é defender as pessoas que entraram nas redes, que as pessoas continuem nas redes se dando bem ou recebam aquilo que deveriam receber “, disse Popó ao portal iG. “Se fosse realmente pirâmide, essas pessoas responsáveis pela Telexfree e pela BBom estavam escondidas”, acrescentou.

As propostas foram apresentadas nesta quarta-feira (21) durante audiência pública mista das Comissões de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio; de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática; e de Defesa do Consumidor. Perpétua foi uma das responsáveis pela convocação do evento.
 
Fonte: Metro1/ Já é Notícia